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domingo, 28 de setembro de 2014

Inquietudes: Cama de algas




Cama de algas

Se o amor, entre mil metais se esconde
Confusa, o procurarei por toda eternidade
Meu coração é uma fibra que, frágil, se rompe
Numa carência que me leva à insanidade

Nessa cama de algas, desolada, me deito
Meu feiticeiro onírico, assim me disperso
Querendo apenas adormecer em teu peito
Viajando pra ti, porém, sem rumo certo

Você será a calmaria que minhas tempestades afasta
Será o vento forte dos mares que me faz sentir viva
E eu serei teu anjo, te seduzindo, nefasta
Despertando teu desejo e tua vontade lasciva

Nessa cama de algas, desolada, espero
Teu corpo em mim: enigma, dilema
Objeto dos meus anseios, te quero!
Meu amor, enfim, virou um poema...

                                                                                                                                   C.M.



3 comentários:

Evy disse...

Já falei que sou sua fã?
A sensibilidade com a qual você escreve é tão linda que às vezes até dói.
Você tem um talento imenso, minh amiga!!!

Te amo!!!!

Bjs

Bárbara Bruna disse...

Que profundo...to imaginando aquela sua voz declamando rs.
Arrasô :*
Sdds

Cíntia Mendes disse...

Amadas, obrigada pela presença constante e comentários! Amo vocês! Sdds

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